Bem-vindo, argonauta!  Hoje é .                                                                           Atualizado em 29 de fevereiro.
 

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UMA VISÃO APOCALÍPTICA


  Lindo, ensolarado dia!
  Um céu azul e límpido.
  Nenhuma nesga de nuvem empanava o firmamento.
  O sol irradiava, resplandecente, sobre toda a Terra, no verde e azul das suas matas e mares, devastadas e enxovalhados pelos homens.
  Os terráqueos viviam displicentemente, buscando a felicidade nas coisas banais e materiais.
  Quase a totalidade da humanidade esquecera-se da sua origem.
  Ninguém mais preocupava-se com as “coisas do espírito”.
  “Coisa de desocupados!”

************************

  Certo dia...de repente, um estrondo ribombou pelo firmamento!
  Outro! E mais outro!
  Os seres humanos pararam onde estavam e o que faziam e olharam para cima.
  Expressões de espanto e de dúvida cobriram seus rostos!
  O que é isso? Não eram trovões e nem raios!
  Os estrondos continuavam cada vez mais fortes e pareciam mais próximos.
  Mas o que estava acontecendo?
  Num determinado ponto do planeta, no horizonte, surgiu uma pequenina mancha branca, que foi crescendo...crescendo...e à medida que crescia um azul escuro mesclava-se com o branco.
  Logo uma nuvem se formou. E essa nuvem parecia se contorcer em tonalidades azuis e brancas. Ela crescia a cada segundo.
  Os estrondos continuavam, agora no meio da nuvem, que se retorcia violentamente em todas as direções, ao som de sibilantes e fortes ventos!
  A nuvem já tomara dimensões gigantescas e era transpassada por raios e trovões. Mas não eram raios e trovões normais como num dia de tempestade!
  Os rostos humanos começaram a mostrar medo e pavor!
  Pois o que viram, não lhes era familiar, ia além da sua terrena imaginação!
  Os estrondos, raios e trovões transformaram-se num ruído compassado, algo parecido com um tropel de cavalos.
  Foi nesse momento que tudo começou!
  A gigantesca nuvem se abriu, formando uma imensa estrada florida, pela qual vinha um tropel de milhares de cavalos alados, montados por majestosas valquírias, com um séqüito dos mais variados enteais, indescritíveis.
  Aquele cortejo era guiado por uma figura simplesmente esplendorosa!
  Aquela figura seguia à frente de todos, num cavalgar que denotava nobreza! Soberania! E os que a seguiam sentiam orgulho por ela e por estar perto dela. A serviam alegremente.
  O vento transformou-se em suave brisa perfumada. 
  Maravilhoso perfume de flores!
  Aquele cortejo celeste começou a descer!
  E o pavor dos homúnculos transformou-se em pânico e desespero!
  Correria para todos os lados sem saber o que fazer e para onde ir.
  Corriam para lá e para cá feito sonâmbulos! Não entendiam e não podiam entender o que estava acontecendo. Nunca se preocuparam com isso!
  Parecia um rebanho desembestado, sem cabresto.Miseráveis!
  Esse pânico aumentou ainda mais, em certos pontos do planeta onde ergueram-se imponentes figuras, verdadeiros gigantes!
  Esses gigantes eram realmente enormes! Algo inimaginável para os pobres seres humanos!
  Junto com eles um vendaval varreu a Terra!
  E tudo isso era apenas um aviso!
  O impensável, o indefinível, para o ser humano, estava por vir!
  Apenas poucos seres humanos não sentiam medo e pavor.
  Esses poucos representantes da raça humana, espalhados em várias partes do planeta,  haviam seguido os avisos que foram dados a algum tempo atrás.
  Acreditaram e tomaram as providências sugeridas.
  Os demais humanos entraram numa confusão total; não se entendiam mais.
  E o caos reinou sobre a terra!
  Terremotos, maremotos, inundações, incêndios, convulsões terrestres!
  Hinos de louvor e júbilo desciam das alturas!
  -Finalmente! A limpeza chegou!
  O expurgo da raça humana estava começando.
  Enquanto isso os seres humanos, tresloucados, desvairados, destruíam-se mutuamente. Desatino total!

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  Começara a reação à todas as más ações deflagradas a milhares de anos, até hoje. A devassidão tinha que ser extirpada!
  A lei da reciprocidade desencadeou o início do julgamento final dos habitantes da Terra.
  Não todos de uma só vez, não! Cada um a seu tempo!
  E o aviso era repetido por todos os cantos deste planeta: “Todo aquele que não vibrar na cor do juízo, será destruído, de acordo com a lei”. (Abdruschin-Na Luz da Verdade)
  Iniciara-se o “Julgamento da Luz!”
  Os queridos enteais vibravam e festejavam alegremente, pois não precisavam mais tecer na matéria mediana o nefasto resultado do pensar e agir malévolo do ser humano!
  Hinos de louvor ecoavam em todos os planos da Criação!




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